ESCOLAS DE POLÍTICA

Itu e Salto

Início das aulas dia 02 de agosto de 2008 às 16h
 
Brasília

Na Semana Mundo Unido a Escola Civitas em Brasília decidiu unir-se aos Jovens por um Mundo Unido a ação pela Paz: levar uma flor para cada parlamentar num sinal de paz e gesto de solidariedade a cada um.
Está em andamento uma ação dos parlamentares do MPPU, uma proposta de emenda constitucional sobre o ORÇAMENTO, para que se torne PARTICIPATIVO, IMPOSITIVO E INCLUSIVO.
Os jovens foram convidados a completar sua Ação da SMU com uma entrevista a cada deputado contatado, com o objetivo de saber sua opinião sobre essa proposta de EP.
Os jovens foram muito bem recebidos por 234 deputados, dos quais apenas 7 não responderam, o que garantiu pleno sucesso à Ação e proporcionou aos jovens uma experiência insubstituível.
 
Fortaleza

A Escola CIVITAS em Fortaleza funciona numa sala do Instituto de Teologia e Filosofia com 20 alunos regulares. Está fazendo uma experiência peculiar de diálogo e trabalho em grupo, na qual procura novos caminhos e métodos de atuação na cidade.
No início de cada aula os alunos renovam o pacto de amarem-se reciprocamente prontos a dar a vida um pelo outro, um dos pontos básicos da proposta de CIVITAS. Depois, se estabelece um diálogo em grande círculo.
O aprofundamento dos assuntos é feito dois a dois, num exercício de acolhida e compreensão do pensamento do outro, sendo o resultado apresentado depois em plenário. Há também os momentos de estudo individual, que estimula em cada estudante o esforço pela leitura, reflexão e produção de seu pensamento, como também a objetivação de sua prática.
Um dos focos da Escola, até agora tem sido identificar e refletir sobre os princípios que alicerçam a prática da Fraternidade Universal como Categoria Política, através de dois textos já estudados.
Um resultado a ser ressaltado é o sentido de “pertença” que está emergindo aos poucos como identidade dos jovens que compõem Civitas.
Tudo isso só pode ser conseqüência da seriedade e dedicação com que os monitores se dedicam aos alunos e à preparação das aulas, e do relacionamento entre monitores e alunos. É visível a Fraternidade vivida entre todos.
 
João Pessoa

Por ocasião da abertura da Escola CIVITAS em João Pessoa, o Movimento dos Focolares recebeu um voto de aplauso na Câmara dos Vereadores pela criação da Escola.
Até agora já foram realizadas 10 aulas, incluindo a aula inaugural. A freqüência regular é de 18 jovens.
A seqüência das aulas tem sido a prevista no programa do primeiro módulo: a Fraternidade Universal como categoria política, O que é política e o primeiro ponto da Espiritualidade da Unidade na política, “Deus é amor”.
Os jovens já fizeram a pesquisa de campo, através do “Questionário de Pesquisa”, 54 dos quais foram respondidos. A análise dos dados mostra que a maioria respondeu ser a violência a maior preocupação das pessoas. Com base nas demais carências observadas na cidade de João Pessoa, os jovens concluíram que a maior necessidade é a educação. Agora estão trabalhando o projeto, em cada encontro da Escola reserva-se uma hora para a discussão e elaboração do projeto.
O vereador Geraldo Amorim, co-presidente da Comissão local do MPPU, foi convidado para falar sobre a Câmara Municipal. Suscitou grande interesse nos jovens, estabelecendo um belíssimo diálogo com todos.
Nessa aula falou-se sobre o Amor na Política, um momento de diálogo sereno e rico de luz. Foi a vivência da mensagem de Chiara aos jovens por ocasião da Semana Mundo Unido: “Sejam unidos! Para isso disponham-se a ouvir uns aos outros e gerar a unidade onde estiverem”.
 
Porto Alegre

Funcionando numa sala do mercado Municipal, um prédio do século XIX completamente restaurado, a Escola CIVITAS de Porto Alegre apresenta uma particular forma de inserção na realidade da cidade.
O acesso à sala passa por entre as bancas de hortifrutigranjeiros na Praça fronteiriça ao Mercado e os stands de produtos regionais, quando os sentidos são aguçados pelo odor típico que deles emana.
Realmente, tudo faz pensar à primeira escola grega, a Ágora, e leva nossa imaginação a contemplar seus integrantes em torno de Platão, passeando por entre o povo no Mercado de Atenas.
Seus 20 alunos já atuam uma real experiência de fraternidade entre si e com seus monitores. As aulas são por si só um testemunho de fraternidade vivida entre monitores e professores, preparadas com esmero e na partilha de idéias e conhecimentos. Usando recursos de pesquisa e áudio-visuais, essas aulas despertam o interesse e motivam a participação dos jovens nos grupos de diálogo e reflexão que realizam sobre o tema.
 

São Paulo

 

Animado e muito participado o Bate-papo Político realizado pela Escola CIVITAS de São Paulo e os Jovens por um Mundo Unido, como parte da programação da Semana Mundo Unido, SMU 2007, na noite de 15 de outubro, segunda-feira.
A sala de eventos Teotônio Vilela, da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, com um público na grande maioria jovens, foi palco de uma interessante apresentação da SMU e dos últimos acontecimentos do MPPU e das oito unidades da Escola CIVITAS em todo o território nacional. Conduzido por Eliane Pfeiffer, monitora da Escola de São Paulo, este bloco contou com a participação de Maria do Carmo Gaspar, membro da comissão Nacional do MPPU, Marcio Peixoto e André Prevato, coordenador e professor da Escola CIVITAS, respectivamente.
O deputado Caldini Crespo, suplente estadual, convidado especial, com seu testemunho pessoal muito vivo, comunicou a gênese do MPPU naquela Assembléia Legislativa, que se deu através da Sessão Solene em homenagem a Ginetta Calliari, no ano de 2001, acontecimento de grande repercussão nos meios políticos da época, após o qual vários deputados e assessores iniciaram encontros de reflexão sobre a proposta da Fraternidade como categoria política.
Um intenso diálogo gerado por essas “provocações” foi muito elucidativo para todos, gerando uma proposta de continuidade através de eventos periódicos a serem programados, sobre os temas da Fraternidade e da Subsidiariedade.

 
Recife

Um grupo de jovens, a maioria da Ilha Santa Terezinha, já tem se encontrado com os monitores, numa proveitosa troca de experiências, para preparar juntos a Escola que deverá ser aberta no início de 2008. Os monitores Waléria, Jonhson e Teresa, com a colaboração de Dayse e Augusto (Piccolo), já dividiram entre si as tarefas práticas de preparação da Escola: procura do local, estrutura material e humana, divulgação, mas entendem que a preparação mais importante é justamente a experiência de fraternidade já em ato e o estudo do conteúdo da Fraternidade como Categoria Política.
 

Rio de Janeiro

A reunião da Comissão local do MPPU é o momento de estarmos juntos para dialogar e tomar decisões com relação à escola. Na reunião o monitor pode explicar o modo como organizou a aula do dia e fazer uma breve explanação do tema.
As aulas estão sendo realizadas numa sala do colégio Dó-Re-Mi, cedida pela diretoria e são apresentadas de maneira expositiva. Os professores, sempre que possível, levam notícias atuais para enriquecer a aula, procuram incentivar os alunos a contribuir com questionamentos e opiniões, o que as torna normalmente bastante participadas e debatidas.
A maioria dos alunos estuda e trabalha, por vezes morando muito distante, o que dificulta a freqüência, embora se perceba um grande interesse pelas aulas e pela experiência de Fraternidade que se vive entre todos, monitores e alunos. Por isso, alguns estão com problemas com relação às faltas e já pensamos juntos em organizar um calendário de reposição de aulas.
Os alunos são oriundos de 4 municípios diferentes, que apresentam grande diversidade, o que dificulta uma ação concreta na cidade do Rio de Janeiro. Convidamos um vereador do MPPU para dar uma palestra-aula sobre políticas públicas para jovens no Rio de Janeiro, com o objetivo de que esta aula possa levar a um conhecimento maior da realidade local e nos ajude a decidir sobre o Projeto de Ação Política.

 
Manaus

A Escola funciona numa sala, gentilmente cedida por uma Faculdade particular. Os 27 jovens formam uma turma bem diversificada. Alguns possuem o ensino médio, outros cursam o nível superior, outros já têm o superior completo e atuam em diversas áreas. Essa interdisciplinariedade é uma riqueza que nos ajuda a compreender com mais clareza os assuntos estudados, pois todos têm o mesmo objetivo e grande motivação para conhecer a novidade da Fraternidade Universal como categoria política.
A Escola Civitas revela-se, antes de tudo, uma escola de Fraternidade. Tudo, até o nosso pensar, é focalizado nessa perspectiva. Cada aula torna-se um treinamento para a vivência da fraternidade. O próprio programa mantém uma certa flexibilidade para permitir que os assuntos sejam assimilados, refletidos e vivenciados, o que proporciona um crescimento pessoal e facilita o relacionamento fraterno. A participação de todos é cada vez maior, não somente na espontaneidade em colocar idéias e posicionamentos, mas também no escutar o outro e procurar entendê-lo, valorizando seu pensamento. O respeito mútuo passa a ser um aspecto importante no relacionamento. A Escola torna-se um espaço de Fraternidade, de família.
Um dos alunos precisou faltar por doença e nos enviou uma mensagem desejando boa aula e lamentando não poder estar presente. Antes de iniciar a aula lhe telefonamos, desejando melhora. Ele ficou surpreso e feliz com a nossa “preocupação”.
Num dos momentos de estudo em grupo com o objetivo de discutir o tema, no final, cada equipe deveria apontar alguns itens mais importantes a todos. Qual não foi a surpresa quando cada grupo se apresentou, com todos os seus componentes, e deu uma verdadeira “aula” sobre o tema. Foi muito legal! Todos se tornaram protagonistas.
Neste mês de novembro estamos realizando uma sequência de seminários temáticos.
Muito importante tem se mostrado a inserção da Escola, como parte integrante do Movimento Político pela Unidade, na vida da comunidade local, o que aconteceu desde a fase de preparação, nos contatos e nos trabalhos práticos.